Acordas nas neblinas que aqui passam
No mar adormeces quando o sol se vai
Nem as luzes dos candeeiros disfarçam
O encanto e a beleza que daqui não sai
Com as vozes das peixeiras no paredão
Despertas de novo para a tua labuta
Agitam como as vagas do teu coração
Homens e Mulheres em constante luta
Lutam por viver quase sem saber
Enfrentam o dia-a-dia com fervor
Vivem cada hora com muito prazer
E a cada minuto sentem o seu sabor
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
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