Abriu mas não devia, pois ao que parece, abriu sem ter as licenças exigidas por lei. Um pormenor, apenas. Mas foi boa a abertura da discoteca. Foi por causa disso que a CMN resolveu alcatroar a estrada que leva à discoteca. Já outros empresários da noite tentaram alcatroar, mas não conseguiram. Será que a obra se realizou pelo facto de um dos sócios ser o filho pródigo, segundo crónica da editora do "Pasquim da Nazaré", ex-presidente da Região sem Turismo, agora administrador-executivo do Grupo concorrente para a construção da marina (ou dos concursos incompletos), e porta-voz da bancada do Sr. Antunes da AM? Não queremos acreditar em tal coisa. Na terra do faz de conta não existem cidadãos de primeira classe e de cidadãos da classe rasca, pois não?...tou certo ou tou errado?...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
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Um comentário:
é terrível... mas estás errado.
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